Rede Salesiana de Ação Social realiza VI encontro nacional

Texto por: Assessoria de Imprensa RSE

O VI ENRESAS reuniu, nos dias 6 a 8 de julho, em Brasília-DF, representantes das 81 obras sociais mantidas pelos Salesianos de Dom Bosco no Brasil para refletir sobre o tema “Ressignificação e consolidação da Rede Salesiana de Ação Social”.

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Com o tema “Ressignificação e consolidação da Rede Salesiana de Ação Social”, foi realizado nos dias 6 a 8 de julho, em Brasília, DF, o VI Encontro Nacional da Rede Salesiana de Ação Social (VI ENRESAS). O evento foi voltado para diretores e gestores das 81 obras sociais mantidas pelos Salesianos de Dom Bosco (SDB) no Brasil e equipes das Comissões Inspetoriais de Ação Social. Estiveram presentes 115 representantes das obras sociais e participaram também, como convidados, inspetores, ecônomos e delegados de Pastoral Juvenil das seis inspetorias SDB.

“Este VI ENRESAS refletiu a maturidade e o crescimento da consciência do trabalho em rede por parte das obras sociais salesianas”, afirmou o Diretor Executivo da Rede Salesiana de Ação Social, Pe. Nivaldo Luiz Pessinatti. Segundo ele, um dos pontos altos do evento foi a realização das oficinas de trabalho, nas quais foi possível aprofundar o entendimento sobre as temáticas e alinhavar ações concretas para o próximo período.

A programação do evento incluiu palestras, troca de experiências e oficinas de trabalhos em grupo. Em três dias de trabalhos intensos, os participantes tiveram a oportunidade de refletir sobre temáticas importantes e de apontar os caminhos para a consolidação da RESAS no país.

Entre os assuntos das palestras, destacamos: “A preventividade e as obras sociais salesianas na realidade atual”, com Pe. Agnaldo Soares de Lima (CISBRASIL); e “O bicentenário de Dom Bosco e as obras sociais”, com Pe. Tiago Figueiró (Inspetoria de Campo Grande). Também foram apresentados novos projetos e possibilidades para as obras sociais, como o Portal Futurum – Diálogos de Formação; Techsoup – programa de doação de softwares (Microsoft-ATN); e Largada para o Futuro – Cidadania II (material didático).

Nas oficinas de trabalho, os participantes aprofundaram os temas: Identidade Salesiana, Profissionalização e Escritório de Planejamento e Desenvolvimento de Projetos – EPD.

Entre os encaminhamentos que resultaram dos debates, está o realinhamento do Planejamento Estratégico da RESAS para enfrentar os desafios dos dias atuais, o que inclui novos modelos de gestão, ações transformadoras e aprofundamento das parcerias com o governo nos âmbitos local, estadual e federal.

Escritórios de Planejamento e Desenvolvimento (EPD)

Na véspera do ENRESAS, 5 de julho, foi realizada a primeira reunião com os ecônomos inspetoriais, coordenadores de ação social e gestores de Escritórios de Planejamento e Desenvolvimento de Projetos (EPD) das seis inspetorias dos Salesianos. O encontro contou com a presença do Pe. Diego Vanzetta, Inspetor do Nordeste e Referente de Ação Social do Brasil; do Pe. Nilson Santos, Presidente da CISBRASILe Inspetor de Belo Horizonte, e do Pe. Orestes Fistarol, Inspetor de Porto Alegre.

A reunião apresentou a realidade dos escritórios já existentes ou em implementação nas inspetorias, os desafios enfrentados nas realidades locais e as soluções encontradas em cada região. A explanação das particularidades em cada contexto ofereceu novas possibilidades de trabalho a serem incorporadas nos demais escritórios. Como fechamento, foi feita a leitura do encontro internacional realizado na Índia, em 2011, que ofereceu orientações à Congregação em relação à organização e desenvolvimento das obras sociais.

O que é a RESAS

A Rede Salesiana de Ação Social (RESAS) engloba as 81 obras sociais mantidas pela Congregação dos Salesianos de Dom Bosco (SDB) no Brasil. Nessas entidades são atendidas mais de 75.900 pessoas, a maioria crianças, adolescentes e jovens em situação de risco social.

Os projetos da RESAS em todo o território nacional incluem desde ações de apoio educacional, como a oferta de cursos profissionalizantes, acompanhamento escolar e atividades esportivas, de lazer e culturais; até atendimentos complexos, como o acompanhamento de adolescentes que cumprem medidas socioeducativas.